Depois da Revolução Cubana, Ernesto ‘Che’ Guevara atinge o ponto alto de sua fama e poder. Em 1964, viaja para Nova York para discursar nas Nações Unidas, reafirmando seu compromisso com a luta do Terceiro Mundo contra o imperialismo americano. Che desaparece de Cuba, reaparecendo incógnito na Bolívia, onde organiza um pequeno grupo de companheiros cubanos e recrutas bolivianos para começar a Grande Revolução Latino-americana. A história da campanha boliviana é um capítulo de tenacidade, sacrifício, idealismo e da arte de guerrilha, que acaba falhando e levando Che à morte.
A segunda parte do épico “Che” tem os mesmos defeitos da primeira. É por demais contemplativa, fria, chega a ser árida até. E com um agravante: foca-se totalmente na fracassada luta armada comandada por Guevara na Bolívia, culminando com seu assassinato covarde pelo exército boliviano sob ordens da CIA quando já era prisioneiro. Ou seja, é totalmente anticlimática.
FICHA TÉCNICA
Título Original: Guerrilla Gênero: Drama Tempo de Duração: 126 min Ano de Lançamento: 2009
Assisti ontem nas madrugas. Trata-se da história de Che Guevara desde a época de médico até se transformar em comandante e herói revolucionário. O título original deste filme é “Che, parte um”, já que a segunda parte vai se aprofundar na guerrilha.
Título Original: Che: Part One Títulos Alternativos: Che, El Argentino / Che, o Argentino Gênero: Drama Tempo de Duração: 126 min Ano de Lançamento: 2008 Tipo: Longa-metragem / Colorido
Sinopse
Em 26 de Novembro de 1956 Fidel Castro vai de barco para Cuba com oito rebeldes. Um destes rebeldes é Ernesto “Che” Guevara, médico argentino que divide um objetivo com Fidel – derrubar a ditadura corrupta de Fulgencio Batista. Che se mostra um lutador indispensável e rapidamente compreende e controla a arte da guerrilha armada. Sua dedicação à luta faz com que seja acolhido por seus companheiros e pelo povo cubano. O filme acompanha a ascensão de Che na Revolução Cubana, de médico a comandante e a herói revolucionário. Produção que faz parte do projeto duplo, filmado ao mesmo tempo por Steven Soderbergh (o segundo filme se chama “Che – A Guerrilla”).
Show de bola, assim como Cidade de Deus, Tropa de Elite e muitos outros filmes que retratam a “realidade das periferias”, são pedaços da mesma pizza…
Se você pegar um trecho aleatório de cada filme citado e embaralhá-los, dificilmente saberá quem é quem…
Show de bola é ruim? Não. É mais do mesmo. Como assim? Retrata a vida de um jovem morador de favela… blá blá blá…espera: vê como única chance de melhorar de vida a possibilidade de se tornar um jogador de futebol.
Ficha Técnica
Título Original: Show de Bola
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 101 minutos
Ano de Lançamento (Alemanha): 2008
Direção: Alexander Pickl
Roteiro: Nick Weisman e Renê Belmonte
Produção: Stephan Barth, Philip Schulz-Deyle e Dan Maag
Fotografia: Arie Van Dam
Edição: Jens Klüber
Sinopse
Rio de Janeiro. Confrontado com a violência existente na favela em que vive, Tiago (Thiago Martins) vê como única saída se tornar um jogador de futebol e, desta forma, ajudar sua família a ter uma vida melhor. Embora seja o melhor jogador de seu bairro e as chances de ser descoberto por um olheiro sejam boas, ele enfrenta uma série de problemas. Um deles é Tubarão (Lui Mendes), o líder da gangue mais poderosa da favela, que deseja que Tiago trabalhe para ele como traficante. Para complicar ainda mais a situação Tiago se apaixona por Juliana (Naima Santos), a irmã de Tubarão.
Ontem vi esse filme, Panteras Negras. Comprei o DVD em Belém no FSM numa banquinha do Artesanato Digital. É um filme que lembrei das intermináveis conversas com o Banto, nosso guerreiro da diáspora africana.
O filme fala da criação de um partido que busca ajudar os negros americanos dentro das leis e incomoda a população branca conservadora.
Sinopse
Oakland, Califórnia, 1967. Huey Newton (Marcus Chong) e Bobby Seale (Courtney B. Vance) são amigos, que formam um novo partido dedicado em proteger os negros das violentas arbitrariedades dos policiais brancos. O Partido dos Panteras Negras de Autodefesa dá almoço grátis para as crianças, educa a comunidade afro-americana em se conscientizar dos seus direitos, faz o que pode para tirar das ruas os traficantes de drogas e enfrenta a polícia de Oakland (que é extremamente racista) quando desrespeita os direitos civis dos negros. O partido faz tudo isto sem transgredir alguma lei. Logo brancos conservadores começam se sentir incomodados e planejam se livrar desta “ameaça”, mesmo que tenham de desrespeitar a lei.
Título Original: Panther
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 123 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1995
Direção: Mario Van Peebles
Roteiro: Melvin Van Peebles, baseado em livro de Melvin Van Peebles
Produção: Preston L. Holmes, Mario Van Peebles, Melvin Van Peebles e Robert De Niro
Música: Stanley Clarke
Fotografia: Edward J. Pei
Desenho de Produção: Richard Hoover
Direção de Arte: Bruce Robert Hill e Carol Lavoie
Figurino: Paul Simmons
Edição: Earl Watson
O universo sertanejo permeia a trama nessa primeira fase do filme, na qual Bezerra de Menezes vive a infância e a adolescência. Aos dezoito anos, o protagonista inicia no Rio de Janeiro seus estudos de Medicina. Na então Capital da República, elegeu-se vereador e deputado em várias legislaturas e defendeu as idéias abolicionistas. Mas o que lhe trouxe o maior reconhecimento de seu povo foi o trabalho anônimo realizado em prol dos desfavorecidos.
Por conta disso, ficou conhecido como o “Médico dos Pobres”. Seja como político devotado às causas humanitárias ou como médico conhecido por jamais negar socorro a quem batesse à sua porta, Bezerra de Menezes tornou-se um exemplo de homem e escreveu uma história de vida marcada pelo amor e pela caridade.
Dia do Cerco (2008)
Um dos casos emblemáticos de violação de direitos e ação violenta por parte da Polícia contra integrantes do MST no Ceará. Robótica Livre e a Pedagogia da Sucata (2007)
Danilo César fala da multidisciplinalidade da robótica livre e propõe a pedagogia da sucata como alternativa para se trabalhar com a tecnologia. Quanto Vale a Carcinicultura? (2006)
Um olhar sobre o seminário "Manguezais e Vida Comunitária: Os impactos Socioambientais da Carcinicultura".